Clero reflete Motu Proprio do Papa Francisco

“O Senhor Jesus, Juiz clemente e Pastor de nossas almas, entregou a Pedro e aos seus sucessores o poder das chaves, para que cumprissem na Igreja as tarefas da justiça e da verdade; tal supremo e universal poder de ligar e desligar, aqui na terra afirma, robustece e confirma o poder dos pastores das Igrejas particulares, em virtude do qual eles possuem o direito sagrado e, diante do Senhor, o dever de julgar seus próprios súditos”.

Motivados por este trecho extraído da Constituição Dogmática Lumen Gentium, n. 27, neste dia 1 de dezembro, nas dependências da Cúria Diocesana, acontece a reunião extraordinária do clero, para refletir sobre a Carta Apostólica dada na forma de Motu Próprio do Sumo Pontífice Francisco: Mitis Iudex Dominus Iesus, sobre a reforma do processo canônico para as causas de declaração de nulidade do matrimônio no Código de Direito Canônico.

Assessora o encontro o padre Paulo Eduardo Ferreira de Souza, Instrutor Judicial da Diocese de Jundiaí, que teve como fio tênue para a sua reflexão quatro tópicos, a saber:

Fundamentação do processo de nulidade matrimonial;
Critérios da reforma do Papa Francisco;
Funções do tribunal e câmara;
Orientações práticas para encaminhamento de processo de nulidades.
A finalidade do encontro é a de reforçar aos presbíteros e diáconos que a preocupação do Papa Francisco diante das questões matrimoniais, é sempre de salvar as almas, o cuidado pastoral e a continuação do projeto reformador do Concílio Ecumênico Vaticano II.

Por JUSSANE CRISTINA

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