Dom Vicente abre Porta Santa da Misericórdia

O Ano Santo da Misericórdia começou oficialmente na Diocese de Jundiaí, na tarde deste domingo, 13 de dezembro, com abertura da Porta Santa na Catedral Nossa Senhora do Desterro. O Bispo Diocesano, Dom Vicente Costa, presidiu a celebração, acompanhada por padres, diáconos, religiosas(os), seminaristas e centenas de fiéis vindos das 11 cidades do território diocesano.

A cerimônia começou no Santuário Eucarístico Diocesano – Igreja Nossa Senhora do Rosário e São Benedito, de onde os fiéis saíram em procissão em direção à Catedral, no centro da cidade.

Na homilia, Dom Vicente convidou os fiéis a alegrarem-se e a experimentar a alegria que nasce da certeza de Deus nas nossas vidas. ” O Jubileu da Misericórdia é tempo de viver a bondade e o perdão”.

A assembleia rezou para que os cristãos sejam miseriordiosos, assim como o Pai é misericordioso.

Antes da bênção final, o Bispo Diocesano assinou o Decreto que institui o Ano da Misericórdia da Diocese de Jundiaí e estabelece os critérios para que os fiéis alcancem as indulgências plenárias.

“Durante o Ano Santo todos os fiéis são convidados a fazer a peregrinação para chegar e passar pela Porta Santa como sinal de que a misericórdia divina é uma meta a alcançar e que exige empenho e sacrifício. Passando pela Porta Santa, o(a) peregrino(a) é convidado(a) a assumir uma nova dimensão misericordiosa na sua vida”, disse Dom Vicente.

Sobre as Indulgências Jubilares

Espero que a Indulgência Jubilar chegue a cada um como uma experiência genuína da misericórdia de Deus, a qual vai ao encontro de todos com o rosto do Pai que acolhe e perdoa, esquecendo completamente o pecado cometido.

Maneiras de obter a Indulgência Plenária

Peregrinação à Porta Santa em Roma ou às Portas da Misericórdia nas Dioceses: a) Uma breve peregrinação rumo à Porta Santa da Misericórdia, b) Passar pela Porta Santa da Misericórdia, c) Confessar-se e participar da Santa Missa, d) Profissão de Fé (Creio) – nas missas dominicais, o Creio é professado na própria missa. Nas missas em dias de semana o fiel deverá professar o Creio após a Santa Missa. e) Oração pelo Papa e pelas intenções que ele traz no coração para o bem da Igreja e do mundo inteiro. (Pelo menos 1 Pai Nosso que pode ser acrescido da Oração do Jubileu ou outras referentes à Misericórdia).
Para os impossibilitados de peregrinarem até uma Porta Santa da Misericórdia (Enfermos, Idosos ou pessoas impossibilitadas de sair de casa): a) Viver com fé e esperança jubilosa este momento de provação. b) Receber a comunhão ou participar da Santa Missa e na oração comunitária, inclusive através dos vários meios de comunicação (Rádio, TV e Internet).
Para os Encarcerados: a) Nas capelas dos cárceres ou todas as vezes que passarem pela porta da sua cela, dirigindo o pensamento e a oração ao Pai, que este gesto signifique para eles a passagem pela Porta Santa, porque a misericórdia de Deus, capaz de mudar os corações, consegue também transformar as grades em experiência de liberdade.
Praticando uma ou mais Obra de Misericórdia Espiritual ou Corporal (Cf. Mt 25,31-45) MV n. 15: a) Todas as vezes que um fiel viver uma ou mais destas obras pessoalmente obterá sem dúvida a indulgência jubilar.
Quais são as Obras de Misericórdia?

Espirituais

Aconselhar os indecisos
Ensinar os Ignorantes
Admoestar os pecadores (corrigir os que erram)
Consolar os aflitos
Perdoar as ofensas
Suportar com paciência as fraquezas do nosso próximo
Rezar a Deus pelos vivos e pelos mortos.
Corporais

Dar de comer aos famintos
Dar de beber aos sedentos
Vestir os nus
Acolher os peregrinos
Dar assistência aos enfermos
Visitar os presos
Enterrar os mortos.
Daqui o compromisso a viver de misericórdia para alcançar a graça do perdão completo e exaustivo pela força do amor do Pai que não exclui ninguém. Portanto, tratar-se-á de uma indulgência jubilar plena, fruto do próprio evento que é celebrado e vivido com fé, esperança e caridade.

Para os Falecidos:
a) Colocando a intenção deles na Santa Missa ou Rezando por eles.A eles estamos unidos pelo testemunho de fé e caridade que nos deixaram. Assim como os recordamos na celebração eucarística, também podemos, no grande mistério da comunhão dos Santos, rezar por eles, para que o rosto misericordioso do Pai os liberte de qualquer resíduo de culpa e possa abraçá-los na beatitude sem fim.

Resumo extraído da Carta do Papa Francisco com a qual se concede a indulgência por ocasião do Jubileu Extraordinário da Misericórdia de terça-feira, 1 de setembro de 2015.

Fonte : JUSSANE CRISTINA

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