Encontro prepara fiéis para Santas Missões Populares

Na tarde do dia 30 de maio, cerca de 120 pessoas entre missionários e representantes do Conselho Missionário Diocesano da Região Pastoral 4 estiveram presentes na Paróquia Santa Rita de Cássia, em Jundiaí, para o Encontro Regional de Formação em preparação ao 1° Retiro Missionário Diocesano. Também estiveram presentes o pároco, padre Antonio Carlos dos Santos, que acolheu os participantes, os padres Marcio Odair Ramos e  Jorge Demarchi, e cinco diáconos.

Estiveram representadas as paróquias: Santa Rita de Cássia, Nossa Senhora de Fátima, São Vicente de Paula, Santo Antônio de Pádua, Sagrado Coração de Jesus e Nossa Senhora Mãe dos Homens e Santo Antônio de Pádua.

Vários temas a respeito das Santas Missões Populares (SMP), com base nas obras de estudo das Santas Missões Populares – Padre Luis Mosconi e a 1ª Carta Pastoral à Diocese de Jundiaí  do Bispo Diocesano, Dom Vicente Costa, foram abordados pela irmã Alcinda Primon, CMC.

A religiosa falou sobre o que é “ser um missionário” e o objetivo das missões, que é retomar a essência da Igreja missionária, aquela que não se fecha no seu próprio espaço, mas que vai ao encontro daqueles que buscam um sentido para a vida.

Irmã Alcinda destacou que é preciso que os missionários sejam alegres e que as pessoas tenham a experiência do encontro pessoal com Deus, pois “às vezes estamos de frente para a fonte, mas não bebemos desta fonte. Por isso, o nosso anúncio deve ser uma explosão de alegria, para que o irmão possa recuperar o sentido da vida. É como uma sacudida!”, completou. Ela explicou também que este tempo (das Santas Missões Populares) é muito especial, pois possibilita um novo sentido ao cotidiano, e que as SMP precisam ser o abraço deste Deus misericordioso.

Cerca de 2.300 missionários da Diocese de Jundiaí serão enviados aos Retiros Diocesanos, que acontecerão nos próximos meses de junho e outubro, para receberem a formação missionária e continuarão este trabalho em suas paróquias, formando muitos outros missionários. Para tanto, a oração, o estudo, a leitura meditativa sobre o assunto e a dedicação de cada missionário é de suma importância: “Não podemos reduzir as SMP a uma técnica pastoral cheia de atividades (…) esta missão é uma atualização da missão de Jesus!”, disse irmã Alcinda. Ela reforçou que “é preciso ter uma espiritualidade missionária, para uma profunda experiência com Deus. Se isto não acontecer, não tem como o missionário perseverar. É o sabor da missão de cada um que fará a diferença. Se não tiver este sabor, é apenas um agir por agir”. Na 1ª Carta Pastoral, Dom Vicente Costa diz que “É preciso anunciar de forma alegre, convicta e vivencial, ou seja, fazer Jesus acontecer na vida das pessoas. É preciso ir ao encontro, cuidando especialmente daqueles que não possuem nenhum ou pouco contato com Jesus” completou a religiosa.

Desta forma, leigos missionários são convidados a se tornarem a porta de entrada para todos aqueles que estão afastados, pois a missão renova a Igreja, mas para isso, ela exige de cada missionário o despojamento, o ato de ir ao encontro do outro na gratuidade e no amor de Deus.

Por :JUSSANE CRISTINA

Colaboração: Paula Vanessa e irmã Alcinda Primon

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