Precisamos de pontes, não de muros!

O Papa Francisco recordou no Angelus deste domingo, os 25 anos da queda do Muro de Berlim e a festa da Dedicação da Basílica de São João de Latrão.

A liturgia de hoje recorda a Dedicação da Basílica de Latrão, a catedral de Roma, que por tradição é chama de “a mãe de todas as igrejas do Urbe et Orbe”. O termo “mãe” não se refere tanto ao edifício sagrado da Basílica, mas a obra do Espírito Santo que neste edifício se manifesta, frutificando através do ministério do Bispo de Roma, em todas as comunidades que permanecem em unidade com a Igreja que ele preside.

Todas as vezes que celebramos a dedicação de uma igreja, somos chamados a uma verdade essencial: o templo material feito de tijolos é um sinal da Igreja viva e ativa na história, do “templo espiritual”, como diz o apóstolo Pedro, onde o próprio Cristo é a “pedra viva, rejeitada pelos homens, mas escolhida e preciosa aos olhos de Deus” (1 Pedro 2,4-8). Jesus, no Evangelho da liturgia de hoje, falando do templo, revelou uma verdade: o templo de Deus não é apenas o edifício feito de tijolos, mas é seu corpo, feito de pedras vivas. Em virtude do Batismo, todo cristão faz parte da “construção” de Deus “(1 Cor 3,9), torna-se a Igreja de Deus.

O edifício espiritual, a Igreja comunidade dos homens santificados pelo sangue de Cristo e pelo Espírito do Senhor Ressuscitado, pede a cada um de nós para ser coerente com o dom da fé e para percorrer um caminho de testemunho cristão.A festa de hoje nos convida a meditar sobre a comunhão de todas as Igrejas.

Invoquemos a intercessão de Maria Santíssima, para que nos ajude a sermos, como ela, “casa de Deus”, templo vivo de seu amor.

Queridos irmãos e irmãs,

Há 25 anos, em 09 de novembro de 1989, caia o Muro de Berlim, que por tanto tempo separou a cidade em duas partes e foi símbolo da divisão ideológica da Europa e do mundo. A queda aconteceu de forma improvisa, mas isso só foi possível graças a um longo, intenso e árduo trabalho de muitos que lutaram, rezaram e sofreram, alguns até mesmo com o sacrifício da vida. Dentre eles, um papel de protagonista desempenhou o Santo Papa João Paulo II. Rezemos para que, com a ajuda do Senhor e a colaboração de todos os homens de boa vontade, seja cada vez mais propagada uma cultura do encontro, capaz de derrubar todos os muros que ainda hoje dividem o mundo e não aconteça mais que pessoas inocentes sejam perseguidas e até mortas por causa de sua crença e religião. Onde há um muro, ha fechamento de coração. Precisamos de pontes, não de muros!

Fonte: Zenit

O Papa Francisco recordou no Angelus deste domingo, os 25 anos da queda do Muro de Berlim e a festa da Dedicação da Basílica de São João de Latrão.

A liturgia de hoje recorda a Dedicação da Basílica de Latrão, a catedral de Roma, que por tradição é chama de “a mãe de todas as igrejas do Urbe et Orbe”. O termo “mãe” não se refere tanto ao edifício sagrado da Basílica, mas a obra do Espírito Santo que neste edifício se manifesta, frutificando através do ministério do Bispo de Roma, em todas as comunidades que permanecem em unidade com a Igreja que ele preside.

Todas as vezes que celebramos a dedicação de uma igreja, somos chamados a uma verdade essencial: o templo material feito de tijolos é um sinal da Igreja viva e ativa na história, do “templo espiritual”, como diz o apóstolo Pedro, onde o próprio Cristo é a “pedra viva, rejeitada pelos homens, mas escolhida e preciosa aos olhos de Deus” (1 Pedro 2,4-8). Jesus, no Evangelho da liturgia de hoje, falando do templo, revelou uma verdade: o templo de Deus não é apenas o edifício feito de tijolos, mas é seu corpo, feito de pedras vivas. Em virtude do Batismo, todo cristão faz parte da “construção” de Deus “(1 Cor 3,9), torna-se a Igreja de Deus.

O edifício espiritual, a Igreja comunidade dos homens santificados pelo sangue de Cristo e pelo Espírito do Senhor Ressuscitado, pede a cada um de nós para ser coerente com o dom da fé e para percorrer um caminho de testemunho cristão.A festa de hoje nos convida a meditar sobre a comunhão de todas as Igrejas.

Invoquemos a intercessão de Maria Santíssima, para que nos ajude a sermos, como ela, “casa de Deus”, templo vivo de seu amor.

Queridos irmãos e irmãs,

Há 25 anos, em 09 de novembro de 1989, caia o Muro de Berlim, que por tanto tempo separou a cidade em duas partes e foi símbolo da divisão ideológica da Europa e do mundo. A queda aconteceu de forma improvisa, mas isso só foi possível graças a um longo, intenso e árduo trabalho de muitos que lutaram, rezaram e sofreram, alguns até mesmo com o sacrifício da vida. Dentre eles, um papel de protagonista desempenhou o Santo Papa João Paulo II. Rezemos para que, com a ajuda do Senhor e a colaboração de todos os homens de boa vontade, seja cada vez mais propagada uma cultura do encontro, capaz de derrubar todos os muros que ainda hoje dividem o mundo e não aconteça mais que pessoas inocentes sejam perseguidas e até mortas por causa de sua crença e religião. Onde há um muro, ha fechamento de coração. Precisamos de pontes, não de muros!

Fonte: Zenit10

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