X CONGRESSO DIOCESANO: COMBATE ESPRITUAL.

Na parte da tarde do último sábado (14/04), Marcelo Marangon, dando continuidade às pregações, convidou os congressistas á recordarem que a missão do grupo de oração é salvar almas, e à refletirem , partir do mandato para o qual foram chamados, sobre quantas almas conseguirão levar para Jesus quando Ele voltar.”Estamos em ordem de batalha”, lembrou.

O pregador esclareceu que Jesus confiou ao grupo de oração suas ovelhas e diante dessa missão, o grupo de oração deve anunciar Jesus vivo e ressuscitado para alcançar a salvação das almas. “Não podemos limitar as ações do grupo de oração entre paredes, mas anunciar a todas as pessoas para conhecerem e fazerem uma experiência com Jesus que transformará sua vida a partir do Batismo no Espírito Santo”, destacou.

Ele destacou três fases dos servos no grupo de oração:
1º Fase: encantamento
Aquele momento após receber o Batismo no Espírito Santo, que nos dá coragem e vigor para anunciar Jesus a todas as pessoas.
2º Fase: desencantamento
É o período que dizemos estar cansados de servir e fazemos as coisas apenas como compromisso e/ou damos desculpas para não ir ao grupo de oração.
3º Fase: perseverança
Tempo que mesmo diante das limitações, permanecemos firmes no propósito de servir ao Senhor com alegria.

Marangon exortou mais uma vez que é preciso ouvir o Espírito Santo para saber qual a vontade de Deus para o grupo de oração, se doar totalmente naquilo que o Senhor tem convoca os carismáticos . “Todos os servos precisam trabalhar em unidade e assumir a missão de salvar almas. As pessoas chegam com muitos sofrimentos e os grupos de oração não se preocupam com o mandato de Jesus para salvação das almas”, frisou.

“O grupo de oração precisa anunciar a Palavra para que as pessoas façam a experiência do encontro com Jesus. Devemos nos expor para falar de Jesus e sair em missão. Nós somos todos RCC, o irmão maior tem ajudar o menor. Se faltar o amor fraterno, vamos perecer. Todos juntos somos comunidade”, enfatizou.

O pregador chamou a atenção para não institucionalizar o grupo de oração. “Precisamos viver a cultura do encontro, viver em comunidade. Alegrai-vos no Senhor! Porque se faltar o amor, nada adiantará a estrutura da RCC. Cultivar o amor de Deus pelo mundo porque somos vocacionados ao amor. Se não amo meus irmãos do grupo de oração, como poderei amar o irmão que está no mundo. Amar é uma decisão então, preciso me decidir amar a todos sem exceção e prosseguir decididamente”, finalizou .

(TRANSCRIÇÃO : MCS-MINISTÉRIO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL).

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